O que vemos diz o que somos.
O que registramos diz de sermos.
É de sermos que somos.
São para visões profundas,
As coisinhas.
As de todos,
Suas, minhas.
Encontram-se nas texturas,
Entrelaçadas.
De cores puras
E misturadas.
Para vê-las
Deve-se sê-las.
E elas sendo o que somos:
Um registro apenas,
De coisinhas que nos são
Quando a elas vamos sendo.
Victor Melo
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