Glaub Santos – glaubsantos@rede.ulbra.br
O Encena entrevista Flavina Batista Barbosa Laino uma mulher, casada, mãe da Eleonora, nutricionista, pós-graduada em nutrição esportiva e nutrição clínica, com curso em nutrição comportamental, apaixonada por esportes e atividades físicas, lutadora de jiu-jitsu, católica, amante da qualidade de vida e preocupada com o bem estar.
Com objetivo de alcançar novos clientes Flaviana em seu perfil nas redes sociais compartilha conhecimento, tira dúvidas e dá dicas para uma melhor qualidade de vida. Adepta aos reels chegando a alcançar mais de 18 mil pessoas de uma forma leve, divertida e dinâmica divide um pouco da sua vida com seus seguidores.
Fonte: Foto do feed do Instagram da entrevistada
(En)Cena: Flaviana, nos conte um pouco de sua trajetória de estudos e trabalho. Fale um pouco para nós quem é a Flaviana.
Iniciei o curso de nutrição em 2008 na Universidade em João Pessoa- Paraíba, em 2010 me mudei para Brasília e formei na Universidade Católica de Brasília em 2012. Trabalhei na secretaria de Educação e Cultura do Tocantins com alimentação escolar de janeiro de 2013 a dezembro de 2014. Fiz pós-graduação. Trabalhei em consultório de nutrição de 2016 à 2022.
(En)Cena: Por quê decidiu começar a mostrar uma pouco mais do seu trabalho nas redes sociais? o que foi este “start” para você?
A necessidade de buscar novos clientes/pacientes e os próprios clientes perguntavam sobre a divulgação nas redes sociais, para o autônomo a rede social é um novo “currículo virtual”.
(En)Cena: Qual público você deseja alcançar através das redes sociais?
Mulheres de 25 a 40 anos com objetivo de melhorar a saúde através do cuidado com a alimentação.
Fonte: Foto do feed do Instagram da entrevistada
(En)Cena: Teve alguma inspiração para o seu trabalho nas redes sociais?
Geralmente me inspiro mais em pessoas próximas, como colegas de faculdade ou conhecidos.
(En)Cena: 4) Você acredita que as redes sociais influenciam no relacionamento das pessoas com a comida? Quais são as maiores consequências positivas e negativas que você foi percebendo das redes sociais frente à alimentação?
Influenciam com certeza. Os maiores pontos negativos são a criação de muitas modinhas com relação à alimentação criadas e disseminadas por profissionais que não são da área da saúde e principalmente prejudiciais a quem deseja se alimentar melhor. A comparação desnecessária de corpos e o vício de ficar assistindo a vídeos enquanto se alimenta, sem perceber o que está comendo. Os maiores pontos positivos são o incentivo e demonstração de que é possível atingir objetivos e se tornar mais saudável.
(En)Cena: No seu consultório você encontra pessoas que já tiveram experiências com as dietas milagrosas que encontramos facilmente em diversos tipos de perfis e páginas?
Sim, sempre.
(En)Cena: Para você qual seria a maior dificuldade de apresentar o seu trabalho nas redes sociais, e também os pontos positivos que têm encontrado neste tempo?
A maior dificuldade é que é necessário mostrar a vida pessoal também, associada ao trabalho, DIARIAMENTE. Positivo é alcançar pessoas longe, que só seria possível mesmo através da internet.
(En)Cena: Nas suas redes sociais qual tipo de conteúdo você percebeu que possuía maior alcance e engajamento?
Vida pessoal e orientações nutricionais de maneira leve com humor.
(En)Cena: Desde o seu início nas redes sociais, o que você foi percebendo como conteúdo que a população mais deseja consumir com relação a nutrição?
As pessoas gostam de consumir conteúdos que ofereçam facilidades para o dia a dia, e infelizmente orientações milagrosas.
Fonte: Foto do feed do Instagram da entrevistada
En)Cena: Para você qual a importância de termos profissionais divulgando seus trabalhos nas redes sociais, frente ao acúmulo de informações sem embasamento?
É importante, visto que os profissionais podem auxiliar de maneira direta as pessoas leigas que buscam informações somente em redes sociais.
(En)Cena: Conte para nós uma situação inusitada que você viveu nas redes sociais?
Fazer amigos através das redes sociais, pessoas que começaram a acompanhar o meu trabalho e que hoje às admiro, e tenho como amigos, sendo que nunca os vi pessoalmente. (Para muitos pode parecer comum, mas para mim não é, para eu chamar alguém de amigo leva um tempo e conhecimento).